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Criptomoedas nos jogos de sorte: já é uma cena ou ainda por vir?

Na pandemia, as criptomoedas foram tema em todo o lado. Descobre neste artigo como se relacionam com os jogos de sorte e o que trouxeram de positivo.

Foto: Banco de imagem Canva

Com o digital a ganhar cada vez mais terreno no dia-a-dia, visionários anteciparam um mundo onde a moeda seria virtual. Daqui nasceram as criptomoedas e o blockchain.

Sempre na crista da onda, as casas de apostas e cassinos online decidiram proporcionar esta comodidade aos seus utilizadores. Descobre neste artigo como as criptomoedas deixaram de ser uma visão futurista e são agora uma realidade em diversos cassinos online, como o mr.Bet.

A origem das criptomoedas

Moedas virtuais são uma realidade desde os primórdios da internet. Jogos virtuais de todos os tipos já eram desenvolvidos com o intuito de criar o seu próprio ecossistema econômico.

Contudo, eram apenas uma compensação de créditos: as moedas virtuais eram compradas com dinheiro real e apenas podiam ser usadas nesses jogos, plataformas e afins. A criptomoeda, por seu lado, é uma moeda virtual que pode ser utilizada no cotidiano. Fundamenta-se num conceito chamado Blockchain, que é 100% aberto e verificável por todos.

O Bitcoin é a precursora das criptomoedas. Foi teoricamente elaborado e publicado através de um artigo científico em 2007, por um indivíduo conhecido como Satoshi Nakamoto, que também desenvolveu a sua primeira versão e lançou em 2008 – desaparecendo desde então.

Isso poderia levantar as sobrancelhas de muitos, caso as criptomoedas não fossem um sistema económico totalmente descentralizado, que pode ser auditado por qualquer pessoa à volta do mundo. Esse nível de transparência é o que torna todo o sistema possível.

Mas, o que é o blockchain?

O Blockchain é uma infraestrutura de dados que se constrói bloco a bloco, sem que o bloco anterior possa ser modificado. Imagina uma torre de Lego: colocas um bloco amarelo, depois um azul e depois um roxo. Essas três peças têm dados diferentes e não poderão mais ser desligadas uma da outra.

Assim é o blockchain: uma torre infinita de Lego onde os dados se completam ciclicamente, visto que os blocos anteriores contam a história de todas as transações desde o início da operação.

Criptomoedas nos cassinos online

A aceitação das criptomoedas pelo público em geral demorou a acontecer. Foram muitos anos de construção até atingirem os valores astronómicos que alcançaram durante a pandemia de Covid-19, altura em que muitos descobriram a existência deste nicho.

No entanto, muito antes disso, diversos cassinos online já as aceitavam como método de pagamento. Isso deve-se ao nível de comodidade que esta indústria procura oferecer. É preciso sempre lembrar que os cassinos online são descendentes diretos dos cassinos físicos, onde a hospitalidade é palavra de ordem.

Neste contexto, aceitar criptomoedas era uma forma de dar hospitalidade a pessoas de todo o mundo. Isto porque as criptomoedas podem ser acedidas de qualquer local, seja num país em guerra ou numa vila sitiada, bastando uma ligação à internet.

Este nível de descentralização deu aos indivíduos e grupos o poder de fazerem o que quisessem com o seu dinheiro, com a certeza de que não teriam os seus fundos roubados por um governo ou congelados por uma instituição.

Durante a pandemia, com a desconfiança crescente à volta do mundo em relação aos governos, as criptomoedas foram aceites universalmente como dinheiro real. Passaram a ser compradas como ativos e usadas com regularidade.

Desde então, cassinos inteiros foram criados com a intenção de aceitar apenas criptomoedas, assim como grandes fortunas foram conquistadas por anônimos que apostavam usando a sua criptomoeda favorita. No Brasil, um sistema de transação instantânea chamado Pix foi criado com base na velocidade das criptomoedas.

Podemos afirmar que as criptomoedas são uma realidade e estão disponíveis em plataformas de apostas e cassinos online à volta do mundo. O futuro reserva ainda a este modelo económico muita inovação e surpresas para o público em geral.