NO MÁRIO QUINTANA

Obra de escola infantil parada há 10 anos é retomada em Porto Alegre

Escola infantil terá investimento de R$ 7,05 milhões. Prazo de conclusão é de até 12 meses.

Estrutura de escola infantil com obra paralisada há mais de 10 anos no bairro Mário Quintana, em Porto Alegre.
Estrutura da EMEI Raul Cauduro, no bairro Mário Quintana, ficou paralisada por mais de 10 anos antes da assinatura da ordem de retomada. Foto: Alex Rocha/PMPA
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A Prefeitura de Porto Alegre assinou nesta segunda-feira (5) a ordem de início para a retomada da obra da EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) Raul Cauduro, no bairro Mário Quintana, na zona norte. O canteiro estava paralisado há mais de 10 anos, e a nova previsão é de conclusão em até 12 meses.

A escola receberá investimento de R$ 7,05 milhões. O projeto prevê atendimento de até 224 crianças em dois turnos ou 112 em período integral.

A retomada ocorre em um conjunto de sete escolas infantis do programa federal Proinfância que tiveram obras interrompidas e permaneciam sem conclusão. Esta é a segunda unidade com retomada anunciada pela prefeitura. Em novembro de 2025, começaram os trabalhos da EMEI Moradas da Hípica, com investimento de R$ 6,3 milhões.

Sete obras paradas

A prefeitura afirma que pretende retomar as sete escolas com obras paralisadas até o fim de 2026. No entanto, cinco unidades ainda dependem de análise e/ou elaboração de projetos complementares para que o trabalho possa recomeçar.

As escolas listadas para retomada ao longo de 2026 são:

  • EMEI Colinas da Baltazar, no Parque Santa Fé
  • EMEI Jardim Leopoldina II, no Jardim Leopoldina
  • EMEI Clara Nunes, entre Restinga e Lageado
  • EMEI Jardim Urubatã, na Aberta dos Morros
  • EMEI Loteamento Ana Paula, na Restinga

Repactuação com o governo federal

A Secretaria Municipal de Educação afirmou que a retomada foi possível após a prefeitura repactuar os contratos com o governo federal. As sete unidades fazem parte do Proinfância e ficaram abandonadas em razão de falta de repasses federais e problemas com construtoras contratadas à época.

O secretário municipal de Educação, Leonardo Pascoal, afirmou que a retomada busca “recuperar investimentos e transformar estruturas” que ficaram sem uso por anos.

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