
Está aberta a temporada dos filmes de terror em 2026! Ao menos era pra ser… Bem, olá Dropzeiros de plantão! Como estão? Hoje nossa conversa vai ser voltada para o gênero que nos deixa aflitos na poltrona, nos deixa temerosos com o que pode ou não aparecer ao entrar em um cômodo estranho e, quando menos esperamos, algo nos causa medo: os filmes de terror. Bom ao menos era a proposta de “Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno” (Paris Films, 2026). Fica tranquilo, relaxa do lado daí e bora conversar.
Quando James (Jeremy Irvine) recebe uma carta misteriosa de seu amor perdido, ele é intimado a voltar para Silent Hill. Na carta, está a promessa de que irá encontrar sua amada novamente. No entanto, com o passar dos dias, eventos bizarros causados por uma força malévola desconhecida começam a acontecer. James encontra figuras sombrias, familiares e monstruosas.
Galera, antes de mais nada, vamos começar com: a obra proposta tem que funcionar por si só. Ir ao cinema é diferente que ir prestar algum vestibular e você precisa dedicar tempo estudando antes. “Mas Thiago, você tem que ver como o jogo é para entender o filme”, “Ah mas você tem de ler o livro para poder entender o que o filme quer dizer”, “Não, mas você tem que assistir tais filmes, temporadas ‘X’ e ‘Y’ que você vai ver a profundidade dessa história”… Gente, não!
Óbvio, se você já está familiarizado com determinado universo, conhece ou já assistiu outras obras, faz sentido você pegar um easter egg a mais em um novo filme. Mas partir do pressuposto que, para entender o que está sendo lançado, a pessoa obrigatoriamente precise cumprir outros requisitos. Nossa, isso me incomoda muito.
Queria ter gostado do filme
Dito isso, o filme é ruim, beijos. Brincadeira! Porém depende.
A história poderia ser interessante, mas logo de cara você percebe que se o protagonista tivesse tomado uma atitude diferente, tudo se resolvia. Me lembra muito o meme “Se o Pica-Pau tivesse avisado as autoridades, nada disso teria acontecido”. O que aconteceu nos primeiros cinco minutos pouparia uma hora e quarenta… Mas, okay, a gente “abraça” esse fato.
Só que, mesmo abraçando o filme, ele não se ajuda. Um longa de terror em que basicamente fiquei com medo em uma cena por um dos monstros ser muito parecido com uma aranha, inseto da qual eu tenho horror. Fora isso, nada acontece: zero tensão, zero medo, quase zero mortes. Muitos sustos por coisas surgindo em tela aleatoriamente. Até daria para passar um pano, mas o filme se chama “Terror em Silent Hill”. Você espera o quê?
Sinceramente, queria ao menos dizer que o filme te deixa tenso. Mas nem isso, sabe? Uma história cheia de alegorias, você não sabe o que é realidade ou se é delírio da mente do personagem. Flashbacks a todo momento para contar a história do casal. Personagens que vêm e vão, sem propósito nenhum. Um romance a primeira vista forçadíssimo e que não tem muita química. E um pseudo “galã” como protagonista, com perfil genérico e uma atuação no mínimo questionável.
Ele está longe de ser um “filme que ofende”. Entretanto, está longe ainda de ser um bom “terror”. Tem alguns momentos que parecia tutorial de videogame. De início até achei legal porque gosto de assistir gameplay às vezes. Pensei que rolaria algum tipo de ação ou algo para desenvolver e justificar, mas nada… Enfim.
Talvez agrade aos fãs dos jogos. Quanto a mim, fico aqui procurando a parte do terror. Mas e você? Já jogou “Silent Hill”? Conhece a história e está ansioso para assistir? Quero saber sua opinião, vem conversar comigo. Até o nosso próximo encontro, um abraço! Thi.
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