SEGURANÇA PÚBLICA

Polícia Civil prende 13 pessoas em operação contra o tráfico de drogas no RS

Criminosos utilizavam um grupo em aplicativo de mensagens denominado “Quarta-feira Santa"

Foto: Polícia Civil/Divulgação
Foto: Polícia Civil/Divulgação
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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (4), a operação Quarta-feira Santa. O objetivo de combater o tráfico de drogas e o comércio ilegal de armas de fogo em Porto Alegre, municípios da Região Metropolitana e outras cidades do estado. A operação resultou na prisão de 13 investigados e na apreensão de drogas e celulares.

Ao todo, 105 policiais civis participaram da ação, que resultou no cumprimento de 22 mandados de prisão e 31 mandados de busca e apreensão. As cidades alvo são Porto Alegre, Charqueadas, Viamão, Alvorada, Cachoeirinha, São Leopoldo e Tramandaí. 

A ofensiva se deu por meio da 2ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (2ª DIN/DENARC),  no âmbito da operação NARKE.

Investigações

As apurações tiveram início após a apreensão de, aproximadamente, 858 quilos de maconha, em 7 de junho de 2023, em um pavilhão localizado no bairro Sarandi, em Porto Alegre. Na mesma data, diligências complementares localizaram cerca de 24 quilos adicionais do mesmo entorpecente em um endereço no município de Alvorada.

O trabalho investigativo mapeou a atuação coordenada do grupo criminoso. Este utilizava um grupo em aplicativo de mensagens denominado “Quarta-feira Santa” para sincronizar a logística de chegada, guarda e distribuição de cargas de drogas na Capital.

As investigações revelaram que o grupo era responsável pela circulação e comercialização de drogas, oriundas do Paraná com destino ao Rio Grande do Sul. Os principais pontos de distribuição eram Porto Alegre e cidades da Região Metropolitana. 

“O trabalho técnico reuniu provas de uma engrenagem criminosa que combina logística e financiamento para sustentar a cadeia do tráfico, com atuação simultânea em diferentes modalidades criminosas e em várias cidades. A resposta policial mira neutralizar a capacidade operacional e econômica do grupo”, afirmou delegado Wesley Lopes, responsável pela investigação.

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